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Como seu cérebro pode curar seu corpo?

Não somos apenas um pedaço de acontecimento. Não somos apenas a dor crônica. Somos corpo, mente e espírito.

Sentimos alegria, prazer, conforto e bem-estar. Mas muitas vezes, nosso corpo todo dói, nossas articulações parecem ter brasa, às vezes a dor pode até parecer insuportável.

Sentimos dor, porque é dessa forma que o corpo tem para anunciar um problema.

O cérebro pode estimular o corpo a sentir dor porque a função da dor aguda é nos alertar para um perigo. 

Então, por esse motivo sentimos dor.

Durante séculos, a visão tradicional com relação a dor era que os nervos enviassem um sinal unidirecional para o cérebro e a intensidade da dor assim seria proporcional à gravidade da lesão.

Em outras palavras, seguindo esse entendimento, a dor apresenta um relatório de danos exatos sobre a extensão da lesão e o papel do cérebro é simplesmente aceitar esse relatório.

Tudo muda com as novas descobertas das capacidades cerebrais em suas diversas funções de cura

Sim, essa visão foi derrubada nos anos sessenta – e agora entendemos que o sistema de percepção da dor é espalhado através do cérebro e a partir da medula espinhal. O cérebro controla tudo, inclusive o quanto sentimos dessa dor.

Quando as mensagens de dor são enviadas através do tecido danificado, essas mensagens aumentam para o cérebro e é apenas se o cérebro que dá essa “permissão”.

Então, quando damos essa permissão e começamos a dizer: “Oh, quanta dor eu sinto… eu não posso suportar mais”!

automaticamente um portão irá abrir e aumentar o nosso sentimento de dor, permitindo que certas células cerebrais acionem e transmitam esse sinal.

Mas o cérebro também pode fechar o portão da dor e bloquear o sinal da dor, liberando endorfinas, consideradas como substâncias naturais e sedativas, produzidas por nossos corpos para aliviar a dor.

Saber que é possível se curar por meio do cérebro é uma coisa, mas saber como desligar a dor, quando você está em agonia exige um aprendizado intensivo sobre isso, e por isso, eu Kelly Lemos decidi criar o Movimento Inteligente – que tem a missão de trazer a autocura para a dor crônica e para quaisquer tipos de dores existentes.

E é aí que entra a neuroplasticidade do cérebro – tenho falado muito sobre isso em minhas palestras, vídeos e apresentações.

Para que você possa entender melhor, a neuroplasticidade é a capacidade do cérebro de mudar sua estrutura e de como ele funciona em resposta às atividades mentais e às determinadas experiências.

Visão científica

Por 400 anos, a visão científica dominante era que o cérebro não podia mudar, mas essa ideia mudou.

No início deste século, os cientistas começaram a provar que nossos circuitos cerebrais, mesmo quando chegamos a fase adulta, eram capazes de se reconfigurarem e mudarem constantemente.

O Dr. Moskowitz é um dos muitos cientistas que oferece esperança para problemas de saúde que são chamados de dores e doenças “intratáveis”.

Ele ensinou como é possível explorar os extraordinários poderes de cura do cérebro, não só no combate da dor, mas também na ajuda da recuperação dos acidentes vasculares cerebrais, atuando inclusive no combate dos sintomas e das condições da doença de Parkinson.

O Dr. Moskowitz, que originalmente se formou como psiquiatra, é especialista no tratamento de pacientes com dor intratável na Califórnia. Mas ele se tornou um líder mundial no uso da neuroplasticidade para tratar a dor depois de fazer incríveis descobertas enquanto se tratava de graves acidentes e problemas que teve com a própria saúde.

Veja o que aconteceu com ele em uma de suas experiências com a dor:

Durante 13 anos de sua vida, ele sofreu com uma dor atormentadora.  E aos 57 anos, o Dr. Moskowitz começou a pesquisar a descoberta de que o cérebro é neuroplástico e decidiu testar em si mesmo como a cura poderia vir através desse método.  

Veja, como eu citei: O papel da dor aguda é alertar-nos sobre lesões ou doenças, enviando um sinal para o cérebro. À medida que a dor aguda continua, os neurônios tornam-se hipersensíveis, disparando a sensação de dor mais facilmente, mesmo com a menor estimulação.

A partir de 2007 tudo começou a mudar!

Em 2007, ele começou a ler 15 mil páginas de diversas pesquisas para tentar entender as leis da mudança neurológica.

Ele percebeu que muitas das áreas do cérebro que provocam dor crônica também processam pensamentos, sensações, imagens, memórias, movimentos, emoções e crenças – isto é, quando não estão processando a dor.

Isso explica porque, quando sofremos, não podemos nos concentrar, tolerar certos sons ou luz, ou controlar bem as nossas emoções, simplesmente porque as áreas que regulam essas atividades foram sequestradas para processar o sinal da dor.

Solução para a dor através da neuroplasticidade neuronal

A estratégia do Dr. Moskowitz foi simples. Quando sua dor começou, em vez de permitir que essas áreas cerebrais de sofrimento e incômodo fossem intensificadas, ele fez o caminho contrário, ou seja, em vez de permitir que a dor tomasse conta dele, ele obrigou-se a realizar as atividades que precisava, por mais severas que fossem as dores.

Em abril de 2007, ele colocou sua teoria em prática usando exercícios de visualização para dominar a dor. Isso eu ensino no Movimento Inteligente e você pode conferir em meus cursos e vídeos no cabal do YouTube.

Então, o que eu quero que você saiba é que você não é de jeito nenhum, essa dor insuportável que tira seu sono, que tira sua alegria e que te consome dia e noite. Você não é isso e nem pode ser!

Eu te ofereço a oportunidade de conhecer como se curar sem que seja preciso fazer cirurgias e sem que seja preciso viver sob o controle medicamentoso de remédios que nem ao menos, fazem a dor passar. Portanto, conheça mais sobre como curar a dor e sua vida!

Veja esse depoimento de uma de nossas alunas:

Um forte abraço.

Kelly Lemos – Movimento Inteligente.

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