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DOR CRÔNICA: EPIDEMIA SILENCIOSA! CUIDADO!

Mais de 80 milhões de pessoas sofrem de dor crônica e dia após dia esse mau vai sendo alastrado por todo o mundo.

Você sente dor crônica?

Uma dor que começa de leve, mas que insiste em não ir embora… isso te lembra algo?

A dor crônica tem se fortalecido à medida do tempo. Mais e mais pessoas têm sentido esse problema em diversas regiões do corpo e por isso, esta tem se tornado uma epidemia silenciosa!

Pessoas com dor lombar grave e outros tipos de dores crônicas sabem como isso pode interromper completamente e danificar a própria vida. Dor crônica nas costas pode ser cruel, tornando difícil aproveitar as atividades diárias mais simples ou realizar uma rotina de exercícios.

A neuroimagem avançada mostrou que a dor crônica – ao contrário da dor aguda ou a curto prazo – pode causar mudanças estruturais no cérebro que aumentam o risco de problemas cognitivos, bem como ansiedade e depressão.

Um dos avanços recentes mais interessantes da medicina moderna é uma nova área de estudo da dor crônica.

Este artigo discute como a partir do que, se desenvolve esse novo estudo, chamada de a Teoria do Controle do Portão da Dor Crônica, que está mudando a forma como a dor crônica nas costas ou outros tipos de dores podem ser compreendidas, diagnosticadas e tratadas.

A dor não pode ser reconhecida nem comprovada por exames

Enquanto uma perna quebrada pode ser confirmada por um raio-X, e uma infecção pode ser confirmada por um exame de sangue para medir a contagem de glóbulos brancos, não há teste médico para medir os níveis de dor crônica. Assim, muitas pessoas com dor crônica vão de um médico a outro, para a próxima busca de explicações. Este processo pode levar a avaliações e tratamentos desnecessários.

Além disso, todos experimentam e expressam a dor de forma diferente. Duas pessoas com a mesma lesão sentirão e mostrarão sua dor de maneiras únicas, dependendo de uma série de fatores como:

– As circunstâncias em que a dor ocorre.

– Pensamentos sobre a dor crônica, como “isso não é nada grave” versus” essa dor poderia me matar”.

– Emoções associadas à dor crônica, como depressão e ansiedade versus esperança e otimismo.

– Influências culturais levando uma pessoa a ser mais estoico ou mais dramática ao mostrar dor aos outros.

Ao contrário do que algumas pessoas acreditam, toda dor é real. Isso pode parecer óbvio, mas as pessoas com dor crônica às vezes são tratadas como se essa questão fosse algo imaginário ou exagerado.

Em alguns casos, as pessoas que sentem dor crônica têm que provar o incômodo para seus amigos, familiares e médicos. Alguns pacientes são informados pelo médico que não há motivo para a dor crônica, e, portanto, se sentem tristes e desesperançosas com a cura para a dor crônica.

Teorias originais da dor

No século 16, o filósofo e matemático francês René Descartes propôs uma das teorias originais da dor. Sua teoria propôs que a intensidade da dor está diretamente relacionada à quantidade de lesão tecidual associada.

Por exemplo, picar o dedo com uma agulha produziria uma dor mínima, ao passo que cortar a mão com uma faca causaria mais lesões nos tecidos e seria mais doloroso. Esta teoria, a “teoria da especificidade”, é geralmente precisa quando aplicado a certos tipos de lesões e a dor aguda associada.

Dor aguda nas costas e dor crônica nas costas

Mas a dor crônica é muitas vezes bastante diferente, embora não menos grave, e uma compreensão científica mais sutil da dor é necessária para tratá-la. Infelizmente, muitos médicos ainda tentam estender a teoria da especificidade aos casos de dor crônica.

Esta abordagem provavelmente não é válida quando se estuda ou trata dor crônica nas costas. A teoria supõe que, se a cirurgia ou a medicação podem eliminar a alegada “causa” da dor; a dor crônica desaparecerá. Isso muitas vezes não acontece nos casos de dor crônica.

Se um médico continuar a aplicar a teoria da especificidade ao problema de dor crônica do paciente, o paciente corre o risco de receber procedimentos, diagnósticos, medicamentos e tratamento cirúrgico desnecessários e ineficazes, na medida em que a dor crônica pressiona e quase enlouquece o paciente.

Assim, as queixas de dor crônica nas costas aumentam dia após dia, deixando o paciente desmotivado e desesperançoso com um tratamento efetivo para dor.

Problemas com a Teoria da Especificidade e Dor Crônica

Várias observações clínicas provaram que a teoria da especificidade é inadequada para ser aplicada na dor crônica. O Dr. Henry Beecher, que trabalhou com soldados gravemente feridos durante a Segunda Guerra Mundial, foi um dos primeiros médicos a questionar a teoria.

Ele observou que apenas um em cada cinco soldados transportados para um hospital de combate, reclamou de dor suficiente para exigir morfina. Esses soldados não estavam em estado de choque, nem eram incapazes de sentir dor. Mas estavam com a dor/ necessidade focada em outra área.

E quando o Dr. Beecher voltou à sua prática nos Estados Unidos após a guerra, ele notou que os pacientes com traumas e feridas semelhantes aos dos soldados que tratara, eram muito mais propensos a exigir a morfina pensando ter com ela um maior controle da dor.

Só que durante os anos de estudo do Dr. Beecher, ele concluiu que não havia relação direta entre a gravidade da ferida e a intensidade da dor.

Ele acreditava que o significado atribuído às lesões nos dois grupos explicava os diferentes níveis de dor.

Para os soldados, a ferida/ dor/ necessidade significava sobreviver ao campo de batalha e voltar para casa. Alternativamente, os civis lesionados frequentemente enfrentaram uma cirurgia e uma perda de renda resultante, dada a diminuição de atividades e muitas outras consequências negativas correlacionadas.

Membro fantasma que dói

Outro achado que desacreditou a teoria da especificidade foi o da dor do membro fantasma.

Os pacientes que sofrem a amputação de um membro, podem continuar a denunciar sensações ou dor crônica que parecem vir do membro que foi amputado. Isso pode incluir a sensação de que o membro ainda está lá, ou pode ser uma sensação de dor crônica.

Claro, essas sensações não podem realmente vir do membro, já que ele foi removido. Portanto, mais uma vez a dor crônica mostra um fato importante: A teoria da especificidade não pode ter base, uma vez que não há lesão tecidual no membro amputado, o que significaria que não deveria haver dor crônica.

Portanto, uma nova forma de curar a dor crônica surge com o Movimento Inteligente!

Conheça alguns relatos e saiba mais!

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