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Síndrome do pânico: Causas fisiológicas e psicológicas que você jamais imaginou!

O pânico é uma reação, que é muito conhecida por várias pessoas. Os gregos já fizeram sua descrição e ainda criaram toda uma explicação mitológica na tentativa de se tornarem capaz de entender aquilo que temiam.

A lenda conta que Pã, o pequeno deus do horror, quando nasceu era tão feio que matou sua mãe quando ela olhou para o seu rosto. Por isso, a pessoa desenvolvia pânico ao ver algo tão feio, e assim sofria uma paralisação.

A síndrome do pânico desde então, passou a ser investigada de várias maneiras.

A pessoa com síndrome do pânico costuma sentir falta de ar, como se daqui a poucos segundos fosse morrer. Acompanha essa agonia respiratória:

  • A tontura;
  • O tremor;
  • As mãos geladas;
  • A sensação de impotência, de desamparo, de horror face à morte eminente.

Mas, o grande X da questão é que isso tudo ocorre sem ter causa aparente, o que gera um transtorno ainda maior para a pessoa que sente síndrome do pânico.

Veja o que é a síndrome do pânico.

O que é síndrome do pânico?

A crise ou ataque de pânico é um episódio repentino de uma sensação de medo em alta intensidade que gera grandes reações físicas consideradas graves, quando não existe nenhum perigo real ou motivo aparente.

Os ataques de pânico são muito assustadores, porque eles causam a sensação de que a pessoa está perdendo o controle, sofrendo um ataque cardíaco, e que leva a pessoa, até mesmo a pensar que está morrendo.

Existe um número considerável de pessoas que têm somente um ou dois episódios de pânico em suas vidas, sendo que o problema vai embora de maneira espontânea, quando determinada situação estressante finalmente chega ao fim.

Mas, se a pessoa sofrer com crises constantes e inesperadas e vive tendo medo de ter outro ataque de pânico, esta condição é chamada de síndrome do pânico.

A síndrome do pânico não é uma doença que causa risco de morte, mas afeta de uma forma extremamente negativa a qualidade de vida, chegando a casos muito extremos de agorafobia (medo de sair de casa ou estar em público).

Causas fisiológicas

As reações fisiológicas, com já se sabe hoje, acontecem devido a alteração da noradrenalina. Conforme uma das teorias, o sistema de “alerta” normal do organismo – envolve um conjunto de mecanismos físicos e mentais que torna possível que uma pessoa seja capaz de reagir a uma ameaça – tende então a ser desencadeado de uma maneira desnecessária na crise de pânico, sem ter a ocorrência de algum perigo real, as coisas começam a serem geradas a partir da mente humana e não de uma realidade!

Mas o aviso é como se a pessoa estivesse correndo algum risco. Por essa razão, é algo que traz muito sofrimento a pessoa, porque ela passa a ter medo de sentir este medo, que ocorre sempre sem aviso e em locais e situações repentinas, os quais a pessoa simplesmente não consegue controlar.

Com medo de que a crise aconteça, a pessoa começa a evitar sair de casa, como ir a:

  • Restaurante;
  • Festas;

A substância nomeada de noradrenalina que é produzida no organismo quando a pessoa é exposta a situações de perigo, neste caso, é produzida de uma forma completamente desregulada. Ao ir para a corrente sanguínea causa a crise, com os sintomas de:

  • Falta de ar;
  • Sudorese;
  • Taquicardia;

Causas psicológicas

Os médicos já sabem que pessoas sensíveis à estimulação aversiva incontrolável e/ou imprevisível, tem maior probabilidade de desenvolver esse quadro.

Por isso, existe a necessidade que se investigar uma predisposição passada a quadros depressivos, na história da pessoa e/ou de seus familiares.

Falando da vida social, existem várias causas possíveis, tais como:

  • O estresse da vida moderna;
  • Abuso de drogas;
  • Perdas afetivas importantes;
  • Entre de outros fatores específicos da vida de cada um.

Além disso, a maneira como está a sociedade nesse século também é algo que torna ainda mais favorável para o agravamento dessa síndrome.

23 Sintomas da Síndrome do Pânico

  1. Palpitação no coração ou batimentos cardíacos acelerados;
  2. Pressão no coração ou sensação de estar sendo pressionado;
  3. Dores no peito, geralmente pontiaguda e perto do coração;
  4. Ondas de calor e suor;
  5. Dificuldade de respirar, como se você não conseguisse puxar todo o ar;
  6. Tontura e sensação de desmaio;
  7. Dificuldade de pensar, como se seu cérebro não estivesse funcionando corretamente;
  8. Fraqueza, queimação, dormência ou formigamento nos braços, pernas e mãos;
  9. Dificuldade de ficar de pé;
  10. Queimação por toda a pele;
  11. Sensação de estar prestes a morrer, ou que o mundo está prestes a acabar;
  12. Dificuldade de se concentrar em qualquer outra coisa além dos seus sintomas;
  13. Sensação de precisar fugir ou de receber ajuda de uma ambulância;
  14. Dificuldade de ouvir, como se o ouvido estivesse entupido ou tendo zumbido no ouvido;
  15. Arroto, inchaço ou outras formas de gases;
  16. Sensação de precisar expandir o peito;
  17. Mudanças nas vistas e na claridade;
  18. Medo avassalador;
  19. Despersonalização ou sensação de estar fora de si;
  20. Náusea, geralmente com dor ou desconforto no estômago;
  21. Pressão na cabeça, possivelmente com dor de cabeça;
  22. Dificuldade de segurar a cabeça;
  23. Sensação de precisar ir ao banheiro.

Nem todas as pessoas passam por todos esses sintomas a cada ataque de pânico. Além disso, sentir esses sintomas não significa exatamente que um ataque de pânico está a ponto de acontecer, mas estes são alguns dos sintomas que mais ocorrem e que podem acontecer no momento de um ataque.

Fatores de risco

As crises de síndrome do pânico normalmente têm início entre a fase final da adolescência e no começo da idade adulta. Mas ainda podem ocorrer depois dos 30 anos e até mesmo durante a infância, embora no último caso citado, ela possa ser diagnosticada apenas depois que as crianças já estiverem bem mais velhas.

A síndrome do pânico tende a afetar mais mulheres do que homens e pode ser desencadeada por alguns fatores que são considerados como de risco, como:

  • Situações de estresse extremo;
  • Morte ou adoecimento de uma pessoa próxima;
  • Mudanças radicais ocorridas na vida;
  • Histórico de abuso sexual durante a infância;
  • Ter passado por alguma experiência traumática, como por exemplo, um acidente.

Como deu para perceber, essa é uma doença que pode desestabilizar bastante a vida das pessoas, mas com os Movimentos Inteligentes é possível ter um acompanhamento, recuperação e tratamento adequado, trazendo à tona a vontade para superar este desafio!

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