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Esclerose lateral amiotrófica – o que é e como tratar?

E se todos os seus músculos parassem de se contrair?

Se os movimentos voluntários que você realiza todos os dias parassem?

Andar…

Comer…

Falar…

Todas essas atividades que você nem se dá conta que faz, de uma hora para outra não pudessem ser mais realizadas?

Um grande susto, não acha?

Ficar totalmente imóvel, sem a capacidade de desempenhar as atividades motoras corriqueiras… péssimo, não é mesmo?

Você já ouviu falar em ELA – Esclerose Lateral Amiotrófica?

A patologia conhecida também como doença de Lou Gehrig causa a degeneração dos neurônios motores, responsáveis pelos movimentos voluntários dos músculos humanos.

Para conhecer um pouco mais sobre essa doença acompanhe o texto.

ELA – Esclerose Lateral Amiotrófica

A esclerose lateral amiotrófica é uma das doenças mais temidas. ELA como também é chamada é neurodegenerativa, afeta os nervos que controlam os músculos.

Desta maneira à medida que doença avança, as células nervosas perdem a vida e os músculos atrofiam, deixando o paciente fraco e sem o controle de seus movimentos corporais até chegar à paralisia total.

Se trata de uma doença muito rara que atinge cerca de 0,002% da população. No Brasil estima-se que existam cerca de 6.000 pessoas com o diagnóstico da doença.

A ELA atinge apenas os músculos de contração voluntária, isso significa aqueles que se mexem quando o paciente quer. O coração e os intestinos, por exemplo, se tratam de órgãos de movimentos involuntários, portanto, não são afetados.

Já a respiração, na maior parte do tempo é mantida por movimentos involuntários, contudo, geralmente é auxiliada por músculos de movimentos voluntários e a paralisia dos músculos respiratórios é um sinal comum e perigoso na instalação da doença, tratando-se de um fator que muitas vezes determina a morte do paciente.

A palavra “amiotrófica” significa a atrofia do músculo que é o resultado do enfraquecimento e falta de contração na ausência de estímulo causado pela Esclerose Lateral.

Quais são as causas da Esclerose Lateral Amiotrófica?

Cerca de 10% dos casos da doença, é associada a um defeito genético, nos outros 90% as causas são desconhecidas.

A ELA pode estar relacionadas aos seguintes fatores:

  • Mutação de ordem genética: Os conjuntos de mutações genéticas podem levar a forma da doença que é transferida através de carga genética de um paciente a outro.
  • Níveis de glutamato desequilibrado: O paciente que sofre com a ELA, geralmente apresenta um desequilíbrio químico nos níveis de glutamato, que é mais elevado que o normal. Essa anomalia pode ser tóxica as células nervosas.
  • Doença autoimune: Algumas vezes o sistema imunológico de um indivíduo começa a atacar as próprias células, o que pode levar a morte dos neurônios responsáveis pelo movimento.
  • Proteínas mal utilizadas: Acontece um extravio de proteínas do interior das células nervosas e assim causa uma acumulação anormal desta substância nas células, fazendo com que elas morram.

Entre os sintomas que podem se apresentar com a progressão da doença estão:

  • Fraqueza muscular.
  • Quedas repentinas e frequentes.
  • Dificuldades em segurar qualquer objeto.
  • Dificuldades em falar.
  • Cãibras musculares constantes.
  • Dificuldades da mastigação.
  • E no estágio mais avançado da doença, dificuldade em respirar.

A Esclerose Lateral Amiotrófica é de difícil diagnóstico e a maioria dos pacientes precisam passar por vários médicos antes que se descubra a doença e se inicie o tratamento.

E o tratamento para a Esclerose Lateral Amiotrófica?

Existem diversos tipos, mas o tratamento com Movimentos Inteligentes ajuda a desacelerar a progressão da doença e diminuir suas complicações, pois nessa descoberta corporal, o paciente tem o autocontrole entre corpo e mente, fazendo com que o cérebro comece a trabalhar ao favor do corpo.

Movimentos Inteligentes, apoio psicológico, fonoaudiólogo e uma boa nutricionista são essenciais para manter uma boa qualidade de vida do paciente.

Os Movimentos Inteligentes visam curar o interno para que o externo consiga ter êxito nesse contexto. Além de gerar uma conexão completa entre corpo e mente, você aprenderá a movimentar seu corpo de forma segura e saudável para que seus movimentos sejam desempenhados sem dor e com maior facilidade.

Avanços nas pesquisas e informações úteis sobre a ELA

Os Movimentos Inteligentes são muito úteis porque são capazes de acionar mecanismos internos para que o seu próprio corpo venha a multiplicar e substituir outras células, reparando os tecidos e regiões lesadas.

A terapia estimula as células para que produzam fatores que ajudem os neurônios a se recuperarem, ou ao menos para que diminua a velocidade da morte dos neurônios, criando uma rede nova de neurônios capazes de gerar a recuperação e cura.

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