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O que é a dor crônica?

As dores crônicas atingem pelo menos um terço da população em algum momento de sua vida.

Atualmente cresce muito o número de pessoas com dores na coluna, articulações, reumatismo, câncer, inflamações internas e uma série de outras doenças que levam a essa condição.

A dor em si surge quando os tecidos humanos estão ameaçados de alguma forma e ter essa sensação é fundamental para a segurança das pessoas.

Doenças que não permitem essa sensibilidade estão ligadas ao aparecimento de ferimentos e traumatismos imperceptíveis, como por exemplo, úlceras que podem aparecer nos pés de pessoas com diabetes ou então com outras patológicas nas pernas e pés.

E como tratar algo se você não sente dor?

Entende por que a dor é importante de ser sentida? Pois não há caminho para a cura, sem haver a dor ou a doença. Justamente porque se você não sabe que possui um problema, não há como tratá-lo. Concorda comigo?

Eu sou Kelly Lemos do Movimento Inteligente e hoje quer chamar sua atenção para o assunto que envolve a dor crônica!

Como acontece a dor?

Quando algum dos tecidos do corpo sofre um trauma, existe uma liberação de substâncias químicas que rapidamente são identificadas pelas terminações nervosas.

As mesmas descarregam impulsos elétricos que percorrem a parte posterior da medula espinhal que conta com uma grande quantidade de neurônios encarregados de mandar a mensagem ao córtex cerebral, área que comanda a cognição, é quando o sinal é percebido, localizado e entendido.

Um exemplo prático é:

Encostar a mão em um objeto quente, ou em uma rede de eletricidade, a velocidade com que o corpo e o cérebro trabalham para promover todo o caminho descrito acima é fantasticamente incrível e está entre encostar em algo que oferece perigo e reagir se afastando.

Entenda, sentir a dor não é negativo, ela é a o sinal de que algo não está correto de que você precisa reagir, isso pode acontecer tanto para estímulos externos como o fogo ou a eletricidade, por exemplo, quanto para sintomas internos e é nesse momento que entram a importância do equilíbrio emocional e do exercício de conexão corpo e mente.

Por fim, o que não pode acontecer é viver em um processo de repetição da dor, porque é exatamente isso que leva ao estado de dor crônica, a sensação dolorida é intensificada por várias e várias vezes que acaba por criar um caminho que o corpo reconhece como o “caminho da dor crônica”.

Trata-se de um circuito complexo de fibras nervosas que conduzem constantemente o mesmo sinal que está ligado a liberação de estimulantes químicos responsáveis por toda a trajetória da dor crônica.

Como seu organismo se defende da dor?

O mecanismo de inibir a dor é de extrema importância para a vida do organismo. Assim, mesmo com um problema como um corte, gradualmente é possível fazer a dor passar.

As dores crônicas podem acontecer tanto pelo desequilíbrio desse sistema que se encarrega da inibição da dor, quanto pelo mecanismo que o percebe.

Quando se fala em fibromialgia, por exemplo, doença paralisante, causadora de dores musculares crônicas e de difícil diagnóstico é vista como um desequilíbrio no sistema de inibição da dor.

Onde está o grande erro?

Dores crônicas são então, os sinais transmitidos repetidas vezes pelos caminhos neurológicos que sofrem alterações eletroquímicas, e que encarregam o corpo de se tornar hipersensível aos estímulos, ficando assim, muito mais resistente aos mecanismos de defesa da dor.

Ou seja, aqui se cria a “memória dolorosa”, que fica guardada na medula espinhal e pronta para ser acionada a qualquer momento.

A grande notícia!

A neurociência mostra que a memória dolorosa está intimamente ligada a mediadores químicos parecidos aos envolvidos no processo de memorização, essas descobertas apontam que da mesma forma que é possível criar esse caminho de dor é também possível transformá-los em alívio, a que dá o nome de neuroplasticidade.

Existe a possibilidade de criar novos caminhos de cura e de alívio da dor, através da estimulação neural com experiências percebidas positivamente, dessa forma seu cérebro irá criar uma memória de alívio, para trabalhar no lugar da memória dolorosa.

Um processo de igual magnitude e mecanismo da dor crônica, só que agora ao contrário, ao invés de mandar sinais eletroquímicos de dor, o corpo irá mandar correntes de amor e cura, percorrendo o mesmo caminho e fazendo com que a dor crônica deixe de existir, sem mágica, contando apenas com ciência, a beleza e inteligência da sua conexão corpo e mente.

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