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Síndrome do pânico e outros distúrbios: Descubra como curar sua vida!

Imagine a seguinte cena:

Uma pessoa próxima do seu limite, seu coração bate tão forte e acelerado que ela tem a real sensação de que ele pode explodir a qualquer momento…

De maneira repentina surge uma vontade de fugir, de correr tão rápido que seria impossível de ser alcançado (a).

A vontade maior naquele momento é de acabar com tal desconforto que invade todo seu peito e que sobe pela garganta…

A visão fica turva e os sentidos começam a se perder, como se a vida estivesse se esvaindo aos poucos, deixando só um vazio e um imenso zumbindo.

E junto vem a náusea, a tontura, a clara impressão de que mãos invisíveis apertam ferozmente seu pescoço, fazendo com que o ar não possa entrar e nem sair…

A sensação é de uma catástrofe eminente.

E o pulso…

Imaginou?

Pois é, existem muitos que vivem essa cena e às vezes por vários e vários anos, em episódios cada vez mais dolorosos e reais.

Síndrome do pânico, ataques de pânico, crises de ansiedade, transtorno de ansiedade aguda, problemas que acometem centenas de pessoas e que se torna cada vez mais frequente.

Entenda as causas e o que pode ser feito para amenizar a síndrome do pânico e outros distúrbios emocionais.

O que causa a síndrome do pânico?

A síndrome do pânico e outros distúrbios emocionais ligados a ansiedade é uma resposta a algumas situações específicas que causam um medo irracional, ela pode surgir durante ou após uma situação traumática ou mesmo durante um momento de extrema mudança.

 Essas situações levam ao sentimento de ansiedade e posteriormente aos ataques de pânico.

Os ataques de pânico ocorrem todos os anos em cerca de 10% da população adulta e em sua grande maioria atinge as mulheres. A recuperação é gradual, contudo, existem aqueles que desenvolvem a síndrome e começam a ter repetidas crises.

Quais são os sintomas?

Uma crise de ansiedade aguda ou uma crise de pânico para ser caracterizada como tal, precisa ter no mínimo 4 dos sintomas listados abaixo:

  • Dor no peito,
  • Engasgo,
  • Vertigens, desmaios e tontura
  • Medo de morrer,
  • Medo de perder o controle,
  • Medo de enlouquecer,
  • Sensação de estar em outra realidade que não a sua,
  • Náuseas,
  • Formigamento ou dormência,
  • Dores de estômago,
  • Diarreia,
  • Taquicardia,
  • Falta de ar ou sensação de asfixia,
  • Suor excessivo,
  • Tremores,

Os ataques de pânico costumam chegar ao seu ápice em apenas 10 minutos e depois começam a diminuir até que desapareçam, muitas vezes as pessoas entram em crise por medo da própria crise.

E por envolver órgãos vitais, quem sofre com o problema tem a sensação de que está prestes a morrer e por muitas vezes procura a emergência ou médicos de sua confiança para entender o que há de errado.

Na verdade, fisicamente não há problemas e as crises não representam perigo de surgimento de uma doença ou complicação, no entanto, mentalmente a síndrome do pânico e os distúrbios emocionais causam danos profundos e significativos na vida de quem convive com doença de ordem psicológica.

Como superar a síndrome do pânico sem o uso de medicamentos?

É muito importante falar sobre os medicamentos que ajudam no controle da crise de pânico, mas, será mesmo que eles resolvem o problema?

A resposta é não, nenhum medicamento resolve problemas de ordem emocional, nem ansiedade, nem pânico, nem depressão, os remédios agem nos sintomas e na maioria das vezes mascaram o problema, o tornando ainda mais difícil de ser identificado e tratado.

Sem contar dos efeitos colaterais que trazem dezenas de desconfortos, quase tão desagradáveis como as próprias crises.

Então qual a solução?

A primeira e mais importante medida a ser tomada diante de qualquer problema, seja ele de ordem física ou emocional – que na verdade estão sempre interligados, é que, uma vez que mente e corpo não podem serem separados, é necessário entender os sinais, perceber e aceitar que existe algo de errado e assim iniciar a mudança.

Depois de identificado o problema é necessário entender as causas…

Reflita: como está a sua vida?

Como você tem olhado para você e para os seus problemas?

Será que eles merecem toda a sua atenção?

Pois é, acredite, as respostas a essas questões podem indicar a você exatamente quais são as causas de crises e síndrome do pânico.

Pensando nisso, o que você acha de começar a se perceber e cuidar da sua mente e da maneira como a estimula?

Exatamente isso, a maneira como você percebe o problema e o enfrenta é o segredo para se ter sucesso em qualquer tratamento, por isso, comece a estimular o seu cérebro para que ele trabalhe a favor de sua saúde e de seu bem-estar.

Uma boa maneira de fazer isso é se energizar positivamente, mandar estímulos ao cérebro que o faça entender a sua importância e capacidade de mudança, tendo você como agente promotor da cura.

Um cérebro fortalecido e bem nutrido de pensamentos e emoções positivas é muito mais eficiente no tratamento dos distúrbios emocionais.

E não basta apenas fortalecer o seu cérebro, é preciso enfrentar o problema de frente, encontrar as causas e propor a resolvê-las, se isso implicar a necessidade de ajuda profissional, não protele, procure e comece a se cuidar.

Lembre-se; ninguém pode percorrer o caminho por você, pode haver indicações, para tornar o processo mais agradável, mas os passos definitivos para a cura serão seus, do primeiro ao último momento.

Por isso, se você sofre com distúrbios emocionais ou síndrome do pânico siga os passos:

  • Reconheça que existe um problema;
  • Entenda que remédios agem nos sintomas e não na causa;
  • Identifique os sinais e perceba os acontecimentos a sua volta para assim entender a causa:
  • Assuma a condição de responsável pela sua cura;
  • Procure ajuda profissional

E por último e tão importante quanto os outros passos, comece uma jornada intensa de autoconhecimento e autoentendimento, pois só assim você conseguirá construir a saúde na sua vida e jamais em tempo algum terá que viver uma cena tão aterrorizante quanto a de uma crise de pânico.

Supere o medo e dê o passo que irá transformar a sua vida!

Sobre Kelly Lemos

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